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domingo, 6 de setembro de 2009

atualizando ii: a missão

não sirvo pra esta história de blog meixmo, morro de preguiça de atualizar. o que não quer dizer que não tenha visto uma penca de filmes desde a última vez que postei aqui (que, aliás, eu não lembro quando foi), lido pouquíssimo e ouvido muita música.
procurando nos meus becapis e nas anotações, vou tentar fazer um apanhado geral de tudo que eu assisti, com comentários brevíssimos:

combos (a maioria re-assistidos):
el mariachi - desperado - era uma vez no méxico. hey, hey, hey, robert rodriguez é nosso rei! provavelmente é a terceira ou quarta vez que reassisto esses filmes, porque me gusta tequila blanca, e ao rodriguez le gusta um breguerê. o primeiro filme é tão ridículo que é bom. atenção ao première marichi, que é destituido do posto no segundo filme pelo banderas e no terceiro pelo enrique iglesias. c'est la vie.

o silêncio dos inocentes - hannibal - dragão vermelho + manhunter - hannibal rising.
dr. lecter mau como um pica-pau. a jodie foster é melhor clarice starling que a julianne moore, anthony hopkins é imbatível e todas essas coisas que já foram ditas alguma vez. manhunter, por sua vez, foi o primeiro filme (ele é de 1986) em que o personagem hannibal lecter aparece. aliás, manhunter é a primeira versão de dragão vermelho e, se não me engano, ambos têm o mesmo roteirista (até algumas falas são idênticas). a diferença é que, em dragão vermelho, temos o personagem do dr. lecter já bem construído, um tipo mais psicológico e talz. o manhunter é mais violento, interessando-se mais pela história do(s) serial(s) killer(s) em si. hannibal rising conta de onde saiu essa peste, aquela coisa de virgulino lampião: a família morre e o menino fica mau. aliás, aposto que ele já nasceu mau, aquela marca no rosto não me engana.
ah, hannibal é um dos melhores filmes do mundo.

trainspotting - snatch - jogos, trapaças e dois canos fumegantes. já devo ter assistido cada um desses filmes uma meia dúzia de vezes - filme do reino unido é o máximo. jamais vou enjoar de ouvir o brad pitty com aquele sotaque de cigano repetindo "dãg". o trainspotting nos faz ver que nem todo amigo é legal, mas ter amigo é sempre legal, e que cocô de gato pode matar (ainda mais se você for aidético). além do mais, como pode o ewan mcgregor ter feito esse filme e alguns anos depois o moulin rouge? argh. ah, o benício del toro é lindo até com four fingers (tá, essa foi péssima, sorry).

inéditos, baby ;)
across the universe. assisti graças ao renan e, vou confessar: fiquei com preconceito com a namorada do monstrengo do marylin manson e não quis assistir o filme. o pior: fiquei com medo do que as vozinhas de high school music dos atores pudessem fazer com as músicas dos beatles, e fiquei com preconceito porque era musical; vou confessar II: depois que assisti, fiquei com remorso de não ter ido ver across... no cinema. o filme é lindo; vou confessar III: é o único musical do mundo que presta (que drama, meldels).

à deriva. a única vez que fui no cinema nessas últimas semanas :(
tem uma puta cara de filme europeu. fui lá arriscando, porque tinha visto nina, também do heitor dhalia, e adorado. saí do cinema e fui direto ver o cheiro do ralo.

o cheiro do ralo. assistido devido ao fato supracitado, é uma ótima adaptação de livro pra cinema. tão boa que nem deu vontade de ler o livro (não, eu não estou sendo irônica).

e por falar em...

adaptação. indicação do paulo, é o melhor roteiro do mundo. tempos que não assistia uma comédia tão boa.

filme oliental, né?
audition. sabe o takashi miike? pois é. ele é o diretor que não sei porque diabos eu não citei quando falei do three... extremes. esqueçam esse terror japonês de quinta que o zéua pintam pra gente. já tô com uma lista -literalmente- de outros filmes dele pra assistir. quer filmão?

ta na na naaaaaam...
ferris bueller's day off. outro paulo, dessa vez o davi, me mandou um dvd onde, pela primeira vez na vida, eu assisti curtindo a vida adoidado legendado. aí o diretor morreu :(



em tempo: nos tempos idos desse blog eu falei de uma banda que o pedro tinha me indicado e que eu tava ouvindo sem parar. não acho onde eu postei, mas era morphine. esses dias eu tava ouvindo mississipi, do bob dylan, sem parar. como era uma versão, fui no youtube pra ouvir a versão original. vejam como é a mente humana...
mississipi (versão 1) > youtube (versão original de mississipi) > videos relacionados: versão jazz de mississipi
nessa versão, o cara me pareceu muito com o tom waits (aquela voz de quem teve câncer de laringe e tal), e lá fui eu ouvir raindog. no meio de uma música, que não lembro mais qual é, o baixo e o sax me lembraram morphine. há dias não saio mais daí, porque algumas coisas parecem com morphine, mas morphine não se parece com nada ;)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

casa vazia

[as únicas palavras que merecem existir são as palavras melhores que o silêncio]

coréia do sul, japão/ 2004/ kim ki-duk

sexta-feira, 12 de junho de 2009

e eis que baxou o são preguiça e eu nunca mais consegui escrever no blogue.

mas assistir filme é bom e o tempo anda frio. e já que o dênis sepol falou no dia dos solteiros e eu sou ainda sou adepta dos relacionamentos com menos de 90 dias de idade, vamos à listagem do que andei assistindo:

a espinha do diabo, do guillermo del toro. bom uma barbaridade.

o homem que copiava
, que eu já tinha assistido e baixei esses dias só pra gravar mas não deixei de dar uma olhada.

diários de motocicleta, idem.

21 gramas, amores perros e babel. todos já assistidos, mas como falamos muito sobre eles no trabalho essa semana, andei revendo umas cenas.

taxi driver, que assisti até faltar meia hora pro fim e desisti. aí o paulo disse que perdi a melhor parte.
ainda estou lendo galeano e ouvindo o disco novo do bob dylan, está ficando cada dia mais frio e daniel não me mandou meus livros.

ob la di, ob la da.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Jensen Ackles e PortaCurtas

e aí já era o fim de semana, né?

como quase todos os meus últimos fins de semana desde não-sei-quando, meus minutos preciosos foram gastos assistindo supernatural, aquela série dos irmãos e tal - um mais bonito que o outro (que é mais bonito ainda)- entonces nada de filmes :(

mas hoje dei um pulo lá no porta curtas, que eu tinha esquecido de linkar aqui, mas já o fiz :-B, e andei vendo umas coisas bem bacanas (e umas ruiiins de doer). pra evitar a fadiga, vou linkar um dos meus curtas favoritos, espalhadas pelo ar.

e, sim, a GRACINHA do jensen ackles.

[suspiro. corta]


quinta-feira, 4 de junho de 2009

assisti as virgens suicidas há uns três dias, mas estava numa preguiça maldita de escrever sobre ele aqui no blog. mas acontece que anteontem eu comecei a ver wall-e e dormi. e hoje estava assistindo vermelho como o céu, mas o telefone de casa não parava de tocar. quando finalmente cheguei aos quarenta minutos de filme, o áudio sumiu (vou socar o cara da locadora). aí desisti, amanhã retomo. o pior é que eu tava gostando do filme.
mas en-fim.
primeiro filme dirigido por sofia coppola, as virgens suicídas -ao contrário do que eu imaginei- é um filme sobre adolescentes, e não para adolescentes. a direção é bem feita e o filme atende ao que se propõe, embora algumas vezes o ritmo se torne cansativo e a lenga-lenga se torne chata.
a história é contada pelos quatro vizinhos que acompanharam a tragédia da família lisbon.
tudo começa quando a mais nova das cinco filhas -com idades que variam de 13 a 17 anos- comete suicídio. a partir daí, as tentativas dos pais -rígidos ao extremo- de trazer de volta a calma e a tranquilidade que eles supunham haver na familia vão fracassando uma a uma, e culmina no suicídio das outras quatro meninas. o mais engraçado é que os pais nunca, jamais, sequer cogitam assumir a responsabilidade da infelicidade generalizada da sua prole, que foi proibida inclusive de ir à escola para não ter contato com rapazes. ouquei, as meninas não são inocentes e parecem querer de certa forma se vingar dos pais, apesar da relação familiar não ser de forma alguma violenta. mas toda a rigidez e castração por quais as meninas passaram podem ser a razão de tudo. além da adolescência em si, que é uma fasezinha dos infernos.

terça-feira, 2 de junho de 2009

o que fazer em caso de incêndio? é uma comédia alemã nos moldes de adeus, lênin (apesar dêu só ter visto essas duas). leve sem ser superficial, o filme conta a história de seis amigos anarquistas que na década de 80 moravam juntos num apartamento e, entre tantos outros protestos e modos de resistência, plantaram uma bomba caseira numa mansão abandonada. depois do acidente com um dos menbros do gruppe 36, que acaba perdendo as pernas, o grupo se separa e cada um segue rumo muito diferente daqueles sonhados por eles durante os tempos de anarquia. mas, 15 anos depois, a dita bomba explode e eles são obrigados a se juntar novamente para não serem pegos pela polícia. nisso, cada um acaba encarando seu presente e tendo que pensar no que tem feito de suas próprias vidas.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

mariposas e borboletas

a língua das mariposas - que em português deveria se chamar a língua das borboletas, mas enfim...- é um filme de 1999 do diretor espanhol josé luis cuerda, baseado em três contos do escritor galego manuel rivas.
ambientado na galícia pouco antes do início da guerra civil espanhola, o veio da história conta o relacionamento do o menino moncho -que tem por volta de 7 anos- e seu professor, don gregorio. moncho está apavorado com a ideia de ir à escola, por ouvir de seu irmão que os professores batem nas crianças por qualquer motivo, e planeja até mesmo ir para a américa para fugir das aulas. mas quando conhece seu professor, um senhor sensível e inteligente, às vias de se aposentar, moncho se apaixona pela escola e pelo aprendizado.
sempre às voltas com poesias, natureza, insetos e a vida em si, o professor se preocupa, mais do que ensiná-los a fazer contas, em mostrar aos garotos a beleza da vida e as sutilezas do mundo que os rodeia.
(o professor revela aos meninos a existência do tilonorrico, animal australiano que dá uma orquídea à fêmea para conquistá-la e que as borboletas possuem uma "espiritrompa", uma tromba em espiral para sugarem o néctar, e que só pode ser vista no microscópio.)
o relacionamento da criança e seu maestro é de uma sensibilidade tocante, compartilhada pelos pais do garoto. mas, com as preocupações crescentes acerca da guerra, as relações interpessoais na pequena vila onde eles vivem vai se deteriorando até o fim. o pai do garoto, e todos os outros republicanos do local, tiveram que negar suas posições políticas. para se protejerem, os vizinhos e amigos começam a se acusar entre si, despedaçando relações e ferindo sentimentos, colocados abaixo do orgulho pessoal e do egoísmo.
ao final (eu encho o texto de spoiler sim!), alguns são presos, dentre eles don gregorio, que já havia se aposentado mas continuava sua amizade com o menino e sua família. ao gritos de "comunistas", "ateus", "vermelhos", eles são colocandos em um caminhão e levados pelo exército. chorando, o pai do menino acusa o professor de comunista. correndo junto com os outros meninos, moncho joga pedras no caminhão, gritando para professor: rojo! ateo! espiritrompa! tilonorrico!, mostrando que o que aprendeu com ele, o que passaram juntos, vai persistir apesar da situação política ou dos acontecimentos externos.
o filme termina com a frase começou a guerra civil.
ir ao cinema nos dá todo direito de chorar, em qualquer das cenas do filme.

domingo, 31 de maio de 2009

começo extremo

não lembro qual foi o assunto que surgiu entre um colega de trabalho e eu e levou à esse filme. lá pelas tantas ele comentou e eu fui atrás pra saber de qual era (inclusive, o filme casa vazia também foi recomendado por ele, mas até hoje não consegui encontrá-lo).
dividido em três partes, dirigidos cada uma por um diretor de um país diferente (hong kong, coréia do sul e japão), three... extremes (2004) apresenta três situações realmente extremas, sem nenhuma ligação entre si, como se fossem três contos de horror. ou melhor, nem tanto de horror, mas macabros mesmo. mas nada de direção tosca, cenas asquerosas e fotografia de quinta: a proposta de se apresentar situações extremas de forma estética foi magistralmente cumprida. se não fosse tão hardcore, era um filme bonito.
entre assitir a primeira e a última parte devem ter se passado bem um mês. meu irmão começou assistir comigo e não chegou nem no terceiro bolinho de feto. a segunda parte eu só consegui ver inteira na segunda tentativa, e a última até que foi bem rapidinha. se todos os filmes fossem assim, estaríamos agora no começo da odisseia um filme por mês, de revirar o estômago (por falar em estômago, tem aquele filme com esse nome, acho que vou assistir). mesmo assim, foi um dos melhores filmes que eu vi esse ano, pelo menos até agora.
a primera parte, dumplings, de fruit chan (oooobviamente, o nome do diretor foi copiado do google), conta a história de uma ex-atriz de meia idade que fora linda-rica-bonitona e agora, com a passagem do tempo, está desesperada com a perda da juventude (e do interesse do marido, que tem uma amante mais jovem). ela procura tia mei, conhecida por ter uma receita de rejuvenecimento imbatível: bolinhos (dumplings) feitos com fetos provenientes de abortos feitos pela própria tia mei ou na clínica em que ela trabalhava. mas, à medida que a atriz se angustia por efeitos mais visíveis, o preço vai se tornando alto demais. aliás, pra ela, nenhum preço é alto demais para se ter a juventude de volta; aí se desenrola uma história que envolve abortos, assassinatos, traição, incesto, tudo tendo como força motriz a vaidade ao extremo.
o próximo segmento é do diretor de oldboy (aliás, filmaço!), park chan-wook -esse eu sabia mesmo- que apresenta uma história pra lá de bizarra com o argumento parecido com o daquele filme: um diretor de cinema bem-sucedido e sua mulher são repentinamente sequestrado por um cara que eles não têm ideia de quem seja e nem por quê está fazendo isso. a mulher do diretor, que é pianista, está sentada ao piano totalmente (totalmente mesmo) amarrada, com os dedos colados (provavelmente com superbonder) nas teclas. o sequestrador maluco mostra ao cineasta uma menininha de uns oito anos e o obriga a matar a criança. a cada dez minutos que passam sem que o cineasta consiga fazê-lo, ele corta um dedo da esposa. enquanto isso, vai contando sua história de vida. a cena é cheia de sangue, choro e humor negro, onde vão se mostrando os defeitos morais de cada um dos personagens.
a terceira e última parte é a melhor entre as três se formos pensar em argumento + roteiro + direção + fotografia. o resultado é um efeito sufocante de pesadelo constante, onde não sabemos o que é real e o que é imaginação. uma única e rapidíssima cena -a última, magnificamente pensada- desvenda toda a realidade. cut conta a história de uma famosa escritora que é atormentada pelas visões da irmã mais nova, morta em um incêndio causado pelo ciúme entre elas quando trabalhavam como assistentes de um mágico. as visões com a irmã, um pesadelo recorrente e imagens delirantes dão uma agonia horrorosa, o que só mostra o quão bem feito é o filme.
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apesar de já ter umas semanas que eu assisti trhee... extremes, pensei em começar por ele por ter sido o primeiro filme que assisti depois de ter pensado no projeto, e por ser um filme diferente do que eu estou acostumada a ver. trash sem ser tosco, incômodo sem ser pesado, um filme de arte sem ser pedante nem hermético. quase um filme delicado.


ps: esperando pacaraio o anticristo do lars von trier.

sábado, 30 de maio de 2009

projetos

depois de décadas de ajuntamento de livros, filmes e músicas, vamos começar los grandes proyectos: Um Filme por Dia e Um Livro por Semana.
também serão empreendidos um projeto no mesmo esquema, relacionado à música (mas ainda não me decidi qual o esquema, uma espécie de "um álbum por dia" ou "um artista por vez", nosso departamento projetístico está trabalhando em cima disso); o projeto de até o fim do ano tirar algo do violão que não sejam calos nas mãos e cordas arrebentadas, alguma coisa relacionada à fotografia (coimalinda!) e aprender decentemente espanhol. e, obviamente, outros projetos serão incorporados à lista. e se algum deles chegar pelo menos à metade, poderemos considerar isso um grande avanço da minha parte.

pois bem.

profundamente dedicados à ociosidade luminosa e produtiva e ao bom aproveitamento do tempo e da vida, os assim chamados "projetos" consistem em, dois pontos

a) como o nome já diz, o Um Filme por Dia irá se dedicar, ou eu irei me dedicar, a assistir todos os filmes que tiverem a sorte de passar pelos meus olhos (vou tentar me controlar e não assistir o labirinto do fauno mais mil vezes). para isso contaremos com um grande acervo de filmes baixados, copiados, backupiados, comprados, locados e emprestados, um por dia -na medida do possível- que serão comentados aqui nesse moribundo blog.
sim, aceitamos sugestões :-P

b) Um Livro por Semana: a book per week, aiquitesón, é um ótimo motivo para eu começar a ler os livros que eu comprei e ainda não li. o único motivo é o prazer em si, já que isso de ler livro obrigado é o pior castigo do mundo e eu nunca precisei disso. o projeto Um Filme... (escrevendo igual jornalista, ui) já existia, e é fruto do anteprojeto musical da mesma espécie (e ainda sem nome/ planejamento). Conversando com Lelê Teles, me veio a idéia de fazer o mesmo com livros

abre parênteses:
eu: (...) eu pouco tenho lido, mas to comprando tanto livro que mal tá cabendo em casa!
ele: os livros nos encantam e nos educam até mesmo com a sua presença, além de ter o poder de seduzir os outros.
(achei lindo isso)

fecha parênteses

o esquema de leitura é o seguinte: nenhum. posso começar lendo livros por ordem alfabética, por ordem de tamanho, por ordem inversa de tamanho ou por cor da capa, whatever. não vai adiantar nada mesmo, todo hora vão aparecer regras novas e sumir outras (quem gosta de calvinbol levanta a mão).

e por falar em comprar livros, daniel lopes, aquela fofura, me vendeu as cem melhores crônicas, do mário prata; o queremos tanto a glenda, do cortázar; o granta, volume 3; o amor e lixo, do ivan klíma e ainda vai me mandar de brinde o tre cavalli, que vai de presente pro camarada marcos lima. tudo isso por um preço pra lá de bão. quem quiser testar, vai lá na prateleira dele na ev.

então é isso, vamos ao primeiro filme.


ps: o lance é comentar filmes e livros, discordar, concordar ou confundir. pra fazer crítica profunda e bem fundamentada têm outros seres se dedicando que não eu.

psii: comecei ontem o sobre a brevidade da vida, do sêneca (o diderot, já no século xviii e antes que caetano pudesse dizer algo, tascou logo um "esse tratado é lindo", no melhor sotaque baiano), vamo ver o que dá.

psiii: baixei o the complete recordings, do robert johnson. cavernoso. o hômi falou com o capeta mesmo, certeza.

psiv: meu irmão até que enfim aprendeu o que é bom da vida e vendeu sua alma ao rock n' roll. ou não. o fato é que ele me apresentou a kiss fm tem algumas horas, e eu já ouvi kiss, ac/dc, heaven & hell e led zeppelin, então vale a pena ;-)